Desejo não é pecado

“Amor é o desejo irresistível de ser irresistivelmente desejado.” (*Robert Frost)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

A musa da firma

Jujú foi eleita a musa da “firma” pela segunda vez consecutiva, já tinha vencido a competição de bumbum mais belo, agora no final do ano é realizada uma eleição, super séria, com mesários, urna e tudo que se tem direito. Claro que é uma celebração extra-oficial, mas muito bem-humorada. A ala feminina da empresa no inicio torcia o nariz porque achava uma competição machista, mas depois foi gostando e entrou no clima. Rolava até uma disputa entre elas para ser a eleita. E as que ficaram de fora de uma indicação prometeram caprichar no visual no ano que vem. O bi-campeonato da Jujú teve direito até a faixa que ela colocou e até desfilou pelo bar onde fizemos nossa celebração de amigo oculto. Claro que sem o namoradinho dela saber.
Jujú não é uma moça das grandes, mas o bumbum dela é dos grandes. Tem belos olhos egípcios e um nariz arrebitado que brinco que parece com a da Samantha, daquela serie “A feiticeira”. Morena cor de jambo, cabelão até a cintura, preto, dona de um par de pernas belíssimas. A boca é pequena e caprichosa. Adora usar calças justas. E eu adoro quando ela usa um tamanco de oncinha, já vi seu piercing no umbigo e uma das 5 tatuagens que ela tem espalhada pelo corpo. Tem sobrancelhas desenhadinhas e unhas sempre pintadas. Adoro quando estão vermelhas, bem vermelhas cor de sangue. Jujú trabalha na recepção da empresa e atende diretamente à chefia na parte de correspondências e relações públicas. É sempre o primeiro rosto que vejo pela manhã quando entro no escritório principal, embora queira vê-la, por causa do bumbum, pelas costas.
A disputa desse ano ficou entre Jujú, já citada, a Lú, assistente da Jú, a Fer do RH e a Lara da contabilidade. A Lú é loira seu bumbum é menor do que o da Jú, diria, eu e todos os homens da empresa, que é outro estilo, que começa numa cintura fina e depois se desenha em curvas suaves como as de Niemayer no fim de suas costas e termina em suas coxas bem torneadas. A Lú é tímida, se faz de bobinha, quando quer alguma coisa ao invés de falar, mia. Suas bolsas e colares são os mais charmosos. Adoro um colar que ela usa, um bem verde que se destaca em seu colo branquinho.
A Fer do RH é do tipo “patricinha”, daquelas que deve gastar uma fortuna em cabeleireiro. Seus cabelos são lisos e longos, com “luzes”. É mais cheinha, mas com “tudo no lugar certo”, é a nossa representante dessas mulheres maiores, tipo Geyse Arruda.Dona de um sorriso contagiante , calça sempre scarpin nos pés.Adoro um rosa clarinho.Alem disso a Fer usa o perfume mais delicioso de todos.Dar carona pra ela é garantia de ficar com o carro cheiroso por muito tempo.
A Lara é um bombozinho, morena quase mulata, aquela cor de chocolate que dá água na boca, dona de uma boca bem vermelha, cabelos cacheados e o corpo com aquele balanço e swing, é pequena e delicada, com a voz não muito alta, usa belos brincos chamativos pelo tamanho e pelos formatos. O bumbum é grande, os seis médios, mas o “shape”, o formato do seu corpo, é mimoso e sutil. Exatamente como um bombom. Por isso quase ganhou o título.
Eu como presidente da mesa de apuração contei os votos. Outras ficaram de fora, como a Memê do setor de compras que merecia uma indicação só por causa de suas belas sardas, da sua simpatia e pelas rasteirinhas que usava nos dias mais quentes. A Jujú ganhou por uma diferença mínima de votos, beneficiada por todos seus atributos e pela vitória na competição anterior “o bumbum mais belo”. A segunda colocada foi a Lara bombom e em terceiro, rigorosamente empatadas, ficou Fer “patricinha” e Lú “gatinha”.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Empregadinha

Tinha chegado de viagem de madrugada e ainda estava meio dormindo, me levantei só de cuecas para tomar um banho e não percebi que ela estava lá varrendo o chão da sala, surpreendido pensei em voltar pra trás, mas ela já tinha me visto.Então instintivamente cobri com as duas mãos meu membro, que estava bem duro porque sempre acordo com ele assim.Ela riu envergonhada e cobriu seus olhos.Achei graça e entrei rapidamente no banheiro.Enquanto tomava a chuveirada me dei conta que ela era a empregada nova.
Sai de toalhas em direção ao quarto e ela já não estava mais lá.Nem pude reparar direito como ela era, mas pelos segundo que a vi notei que era sem duvida nenhuma a mais bonita moça que tinha trabalhado em casa.Sentei para tomar café e lá estava ela na cozinha.A cumprimentei, ambos encabulados, sorrimos e dissemos “bom dia!”.Ela vestia um shortinho curto, dava para perceber suas pernas grossas e a sua juventude sensual transbordando por todos os poros.Tinha que me conter, eu sabia, mas era uma tentação, uma enorme tentação ter aquela moça todos os dias ali tão perto das minhas mãos.
Com o passar dos dias fui prestando atenção a aquela moça, ainda nova, 19 anos, encantadora, de fala simples e pele clarinha.Já estava com muito tesão nela, todos os dias a olhava discretamente pra ninguém perceber.Um dia a vi esfregando algo que havia caído no chão, e escapou do shorts suas duas pequenas polpinhas. Fiquei louco. Aquilo me fez querê-la de qualquer maneira.
Um dia cheguei mais cedo do trabalho e escutei o barulho do chuveiro dela que tomava seu banho para ir embora. Não me contive e corri para a janelinha para espioná-la. Pude vê-la nua e banhando seu corpo branco e delicado, seus belos seios de bicos rosados e os poucos pelos que cobriam a xoxotinha.Meu pau ficou tão duro que parecia que ia furar a parede.Fiquei me masturbando enquanto ela se ensaboava, se esfregava,  se enxaguava e se enxugava.Nem soube que gozei muito olhando pra ela e a desejando por demais.A empregadinha estava me deixando descontrolado de tesão.
Depois daquele dia não conseguia mais disfarçar e ela percebeu que meu olhar queria devorá-la. Pra minha surpresa ela correspondeu. Notei que estava com curiosidade e pude farejar malicia em sua conduta.Enquanto lavava a louça, varria ou passava pano no chão notei que empinava sua bunda e fazia questão de me provocar.Então já sem escrúpulos  para realizar meu desejo, simulei uma mal-estar, uma indisposição e não fui trabalhar naquela manhã.Fiquei sozinho com ela em casa e sabia que aquele era o dia.Não me levantei da cama, mas podia ouvi-la mexendo na louça na cozinha.Fiquei pensando o que faria para pegá-la de jeito.Mas para minha surpresa ela logo bateu na porta, eu disse pra entrar, ela entrou no quarto perguntando se eu precisava de alguma coisa.Era a minha chance e a deixei perceber meu pau duro, em ponto de bala mesmo, levantando o lençol.Ela arregalou os olhos e riu ao mesmo tempo e disse : “Que isso!”.E eu respondi: “E assim que você me deixa!”.E aquela timidez toda deu lugar a uma pantera.Ela pegou uma de minhas mãos e colocou em seus seios.Puxei ela pra cima de mim e ela caiu na cama e nos meus braços.Foi arrancando sua roupa todinha e senti aquela bucetinha raspadinha, escorrendo aquele mel.Imediatamente comecei a chupá-la , a enfiar a linha naquele grelinho duro e saltado para fora, ela rebolava na minha cara e gozou com a minha boca sugando seu liquido.
Ela então se colocou entre minhas pernas e tomou meu pau em suas mãos e começou a chupá-lo com vontade, deslizava a língua que contornava a cabeça dele, chupava e cuspia, deixou o meu pau todo encharcado de baba, engolia todinho e urrando de prazer soltei minha porra gostosa, cremosa e salgada. Gozei lá na goela dela e fiz com que engolisse tudo!
Mas não consegui comê-la porque a campainha tocou, era um amigo, estraga prazeres que tinha vindo ver como eu estava!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Brincadeiras Proibidas

Uma relação sexual entre duas pessoas é simples, basta que os dois tenham vontade e desejo suficiente que ela naturalmente se consuma, agora sexo, sexo é complexo. Não que ele seja complicado, mas as aventuras do corpo contêm muito mais do que só penetração, são corpos, almas, medos, significados, posições, provas, descobrimento, paixões, malícias, fetiches, tensões, delicadezas, resultados, relaxamentos, canções, submissões, saúde, dominações, ferocidade e sagacidade, carinho e caricia, orgulho, mistério maternal, leite seminal, todas as esperanças, todas as frustrações, benefícios, doações e concessões e mais um milhão de coisas. Sempre considerei que em matéria de sexo o que é verdadeiramente obsceno é a hipocrisia das pessoas e o seu falso pudor. A vulgaridade sim é algo que banaliza o desejo, mas é possível, sem traumas ou grandes repressões, ter uma sexualidade satisfatória e saudável com as “brincadeiras proibidas”.
Como aquela em que nos agarramos no banco de trás do taxi, sem mesmo se importar com o motorista, e você se abaixou fingindo que alguma coisa tinha caído no assoalho do carro,abriu meu zíper e me fez feliz por pelo menos cinco minutos. Ou aquela em que nos pegamos na sacada do seu apartamento e você, com seu instinto exibicionista, ficou peladinha mostrando seus belos seios alabastrinos, suas coxas grossas e seu bumbum empinado para todos os voyeurs dessa cidade.Ou ainda, a melhor de todas, aquela em que você em roupas muito provocantes, desfilou pelo supermercado rebolando e provocando todos os consumidores.E eu seu macho confiante, seu homem viril, seu dono e seu amante, escondido e orgulhoso, assistia o desejo deles se resumir a comê-la apenas com os olhos porque quem possui você mesmo, sou eu, sou eu, sou eu. Ah o orgasmo, porque palavra tão feia para um momento tão gostoso? Bom mesmo é chamar esse momento de êxtase de gozo!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

O Canalha

“O canalha é sempre um cordial, um ameno, um amorável e costuma ter uma fluorescente aura de simpatia.” - Nelson Rodrigues

É sempre arriscado largar uma mulher para ficar com outra, porque a atual pode ser muito melhor do que a nova. Mas para o canalha nada disso interessa, o risco sempre vale a pena porque o que importa mesmo é bola na rede, é pegar quem dá mole, esse negócio de sensibilidade pra ele é coisa de “boiola”, afinal os sentimentos dele são de plástico. No seu código de sujeito másculo, macho que é macho trata mulher igual a cachorro magro, não dá muita comida (atenção) e nem muito carinho. Assim elas ficam sempre rodeando.E tem um monte de mulher que adora bad boys e os mal caráter.
O canalha quer é sexo casual, se possível gratuito, mas não dispensa a prostituição, as mulheres de vida fácil são profissionais e sabem simular muito bem uma relação real, como tratar um homem mesmo que seja apenas por uma hora.Busca sempre uma substituta, solteiro, casado ou enrolado, não se satisfaz sempre com a mesma mulher, que sempre é variar o cardápio.Suas relações são disfarçadas, demonstra uma intenção falsa de compromisso, mas na verdade seus relacionamentos só tem um propósito.Fazer sexo.
Embora nem todos os homens sejam canalhas, há sempre aqueles que se salvam, para o azar das mulheres é muito difícil identificar um canalha, porque dentro de todo homem se esconde um.Alguns conseguem manter sua aura de santos por um longo tempo, outros rapidamente revelam sua verdadeira identidade.Um canalha sabe esconder bem seus defeitos, sabe encobrir seus rastros e domina a arte de convencer as pessoas.
O canalha sabe explorar muito bem as fraquezas femininas, usa a carência e a ingenuidade das mulheres para aprisionar e para seduzir. E só para quando uma espécie de fêmea mais experta do que ele o conquista.
A Safadinha.

A safadinha


Olhando assim de perto ou de longe ela é linda. Do tipo que chama mesmo a atenção, rosto de bebê, seios fartos inflados pelo silicone, coxas grossas, pernas bem torneadas e corpinho violão. O que ninguém sabe que por de trás daquela beleza toda se esconde uma mulher safadinha, no sentido de ser sacana mesmo. Lembra muito uma daquelas mulheres personagens do Nelson Rodrigues como a “bonitinha, mas ordinária”, embora nos dias de hoje chamar qualquer mulher de bonitinha pra elas seja o equivalente a dizer: “feia, mas arrumadinha”. Elas querem é ser admiradas e consideradas não só bonitas, mas atraentes.A verdade é que nem todas são, porém toda mulher tem seu encanto.
Mas a formosura de muita fêmea engana, ás vezes os defeitos de seu caráter superam e muito as virtudes de sua beleza. O lance secreto da safadinha é que ela sabe disfarçar muito bem, parece que não passa só maquiagem na cara, mas que passa também na conduta e aí engana qualquer otário direitinho. Segue um padrão de comportamento moralmente aceito por todos enquanto cai na esbórnia com as amigas sigilosamente. Se cresceu num ambiente excessivamente liberal achará normal ser dadivosa, se adolesceu num ambiente muito repressivo pode querer bancar a revoltadinha e resolver dar mais que chuchu na serra. A safadinha é uma das possibilidades femininas dentre as muitas variedades de comportamento mulheril.
Com a liberdade sexual obtida há algumas décadas, qualquer mulher transa com qualquer um, por qualquer motivo, em qualquer lugar, o corpo é delas, e quando são jovens, ou ás vezes já “velhas”, fazem barbaridades, ninguém segura, basta ser discreta que a sua promiscuidade nunca será descoberta.
A safadinha tem um espírito competitivo, a flor da pele, adora sair com homens casados, à sensação de poder que ela sente quando está seduzindo ou transando com o homem de outra mulher é algo que lhe satisfaz muito. Quando quer conquistar alguém atua como uma fêmea no cio, se joga, se insinua, se esfrega, faz charme, faz biquinho, voz de neném e poses sexy. E quando coloca na cabeça que quer um cara não desiste enquanto não conseguir. A auto-estima dela está toda baseada em suas conquistas e nos homens que estão afins dela. Ela os coleciona como bonequinhos. Escolhe a dedo cada um, seguindo sempre critérios relativos à grana e a beleza. Leva todo mundo no bico. Nunca fica sozinha, está sempre namorando ou saindo com alguém. Mas no fundo não existe mulher mais solitária do que ela, porque da mesma forma que ela não se doa totalmente, ninguém se dá para ela completamente.
Agora, sem falsos moralismos, todo homem adora uma safadinha, principalmente os canalhas.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A substituta

Em duas situações ele procurava substitutas: Quando de uma decepção amorosa e para fazer tudo aquilo que não faria com a própria mulher.Movido por essas decepções ele primeiro procurava mulheres fisicamente parecidas com sua amada algoz.Assim se ela fosse loira ele só olhava e tentava seduzir loiras.Assim ia se satisfazendo comas semelhanças como se elas fossem ela. Mas se o tempo passasse e a raiva aumentava,  então escolhia uma substituta contrária.
Se sua ex-amada tinha os seios pequenos e duros, ele escolhia as de seios grandes e moles, se ela tinha a voz rouca, ele as preferia de vozes estridentes, enquanto seu ex-amor era discreta e só sussurrava, ele  queria aquelas que gemiam coisas vulgares quando estava na cama com elas. O jogo da substituta era uma forma dele consumar sua vingança.
As substitutas também serviam para ele fazer tudo aquilo que não faria com a própria mulher, era quase que uma instituição para a manutenção de seu casamento. Se sua esposa descobrisse elas seriam as “vagabundas”, mas para ele eram as necessárias substitutas. Assim foi a Gina, que adorava lingerie vermelhas e de tapinhas, muitos tapinhas no bumbum. A Deborah dos olhos azuis e glaciais, coxas grossas, panturrilhas espessas e pés gelados, fazia um ótimo macarrão alho-e-óleo. A Vivian que tinha um filho de nove meses, e uma tatuagem de pimenta malagueta na virilha.E também a Janaina, Arlete, Berenice, Verônica, Teresa, Irene, Vanessa, Margarete, Cláudia, Beatriz, Denise, Lia, umas 4 Marias e umas três Márcias, etc, etc. 

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Obscenidade

Duro. É assim que a moça gosta, bem duro, não com as palavras ou gestos, mas com o membro rígido, como uma haste quente pronta para penetrar,  talo que a rasgará apenas simbolicamente, sem sangue, com alguma dor, porém com muito deleite.O desejo é um expressão animalesca entre o homem e uma mulher.Entretanto, "hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.", se alguns apenas desejam, outros apenas sentem ternura, e há ainda os que sentem ternura e desejo ao mesmo tempo.Afortunados são esses que unem num mesmo sentimento tesão e carinho.
Intumescidos, a pontas dos bicos do seio durinhas, com a boca experimenta-se ora um, ora outro, como botões de rosa pontudos e macios. E suas entranhas se umedecendo, se liquefazendo, e os meus dedos se tornando soldados bravos, a língua dura sua munição, úmida, saboreando os cantos, provando os gostos, o clitóris fremente e o coração disparado. Dentro dela fica tudo misturado, acaba descobrindo que tem dois centros e dois lados.
Não existe mulher mais voluptuosa do que aquela que tem dois núcleos.